A defesa do Google afirmou, nesta terça-feira (10), que sua subsidiária YouTube não buscou tornar intencionalmente a plataforma viciante para crianças, no segundo dia de um julgamento nos Estados Unidos que pode estabelecer um precedente para centenas de casos contra os gigantes da tecnologia.
No banco dos réus, YouTube diz que não vicia e que app privilegia qualidade


