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  • Hackers também invadiram sistema de refrigeração de sangue na França

    Um ataque cibernético atingiu a empresa Coolworld, fornecedora de sistemas de refrigeração do Etablissement Français du Sang (EFS), o serviço de sangue da França. Na virada deste domingo (1°) para segunda-feira (2), cibercriminosos invadiram o software monitoramento remoto e alteraram a temperatura de câmeras frias usadas para armazenar amostras e plasma na região de Bourgogne-Franche-Comté. Os equipamentos costumam operar a 30° negativos e, na ocasião, registrou marcas de até 110°.

    A falha gerou alerta imediata após um técnico de plantão notar a alteração anormal nos termômetros durante a madrugada. A atuação rápida evitou danos operacionais e garantiu a transferência segura dos insumos para outras unidades. O semanário francês Le Canard Enchaîné revelou o caso no dia seguinte ao incidente.

    Hackers invadem sistema de refrigeração e elevam temperatura de fornecedora de sangue na França Foto: Divulgação/Grail

    O Ministério da Saúde da França informou que o incidente não causou consequências práticas e destacou que a situação foi controlada há tempo:


    O presidente do EFS, Frédéric Pacoud, explicou à imprensa local que a reação rápida da equipe impediu prejuízos: “Nós poderíamos ter perdido amostras ou bolsas de plasma destinadas ao tratamento de pacientes, mas a resposta evitou qualquer compromisso com a segurança dos produtos sanguíneos”.

    A instituição declarou já ter acionado a Agência Nacional de Segurança de Sistemas de informação da França para investigar a invasão.

    Resposta do fornecedor e contexto europeu

    A Coolworld confirmou, por meio de nota oficial, que tomou conhecimento do problema e implementou medidas de proteção. A empresa holandesa afirmou que a falha explorada pelos criminosos envolve um componente fornecido por terceiros:

    “A vulnerabilidade mencionada na mídia diz respeito a um componente fornecido por um terceiro não controlado diretamente pela Coolworld.”, destacou a empresa, no comunicado.

    O ataque ocorre em meio uma onda de incidente digitais voltadas contra sistemas de refrigeração na Europa. Há algumas semanas, redes de supermercados na França sofreram invasões em controladores de temperatura semelhantes. Outras nações registraram casos semelhantes nesta segunda-feira. Esse movimento levou a preocupação de autoridades de segurança sobre a vulnerabilidade de infraestrutura conectadas à internet.

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  • Ataques em massa miram repositórios no GitHub; 61 atingidos em 1 hora

    Uma campanha coordenada de ataques cibernéticos atingiu 61 repositórios públicos no GitHub em menos de uma hora. A descoberta foi feita por pesquisadores da empresa de segurança Radware, que identificaram pelo menos 83 investidas contra projetos amplamente utilizados por milhares de organizações em todo o mundo.

    A maior parte das ações maliciosas ocorreu durante um intervalo de 43 minutos no dia 1° de setembro. De acordo com o levantamento divulgado pelo veículo The Register nesta quinta-feira (29), 67 itens maliciosos foram publicados durante o período, e outros seis surgiram logo depois.

    Como funcionava a estratégia dos invasores

    O método adotado pelos criminosos chamou a atenção dos pesquisadores pela novidade e pela automação. Os atacantes publicavam problemas, solicitações de extração ou comentários contendo comandos maliciosos escondidos em marcações de comentários em HTML, o que impedia que o conteúdo ficasse visível na página principal.

    As equipes de desenvolvimento precisam redobrar os cuidados com a segurança dos fluxos de automação. Para Babo, os desenvolvedores devem tratar conteúdos externos como fontes não confiáveis e restringir o acesso a segredos e variáveis sensíveis. Em contrapartida, Gabi Nakibly concluiu que a única forma de defesa consiste em garantir que o código dos fluxos de trabalho seja resistente e imune a esse tipo de falha.

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  • Google vai desativar ferramentas de IA e mecanismo de busca para estudantes
    O Google anunciou nesta semana que vai desativar por padrão suas ferramentas de inteligência artificial (IA) para estudantes, em meio a um debate sobre como essa tecnologia deveria ser usada nas salas de aula.
  • Gerador de energia residencial: como funciona e quando usar

    As quedas prolongadas de eletricidade podem representar grandes prejuízos, desde a perda de alimentos à queima de eletrônicos, bem como comprometer o uso de medicamentos, o acesso à internet e o abastecimento de água. Para reduzir os riscos, vale considerar investir em um gerador de energia residencial.

    Essencial para quem mora em áreas com apagões constantes, tempestades, fornecimento instável ou possui equipamentos que não podem ficar muito tempo desligados, o gerador produz eletricidade para uso doméstico enquanto a rede convencional estiver indisponível. Dessa forma, o usuário segue sua rotina normalmente.

    Há diferentes tipos de geradores e é importante conhecer cada versão para escolher a mais adequada. Saiba, a seguir, quais sãos os principais modelos e como usá-los com segurança.

    Como funciona um gerador de energia residencial?

    O gerador para casa é um dispositivo capaz de converter energia mecânica em energia elétrica, suprindo as necessidades energéticas caso a rede principal apresente falhas. Ele está disponível em vários tamanhos e tipos, e deve ser instalado na área externa da residência.

    Quando conectado ao painel elétrico do imóvel, o equipamento é acionado automaticamente assim que ocorre a queda de energia. A partir daí, passa a fornecer eletricidade para toda a casa, alimentando vários aparelhos e sistemas, no modelo fixo.

    A versão portátil, por sua vez, precisa ser acionada manualmente e exige a conexão dos aparelhos que receberão a eletricidade gerada. Esse modelo possui potência menor e geralmente é usado para dispositivos essenciais.

    O que acontece quando falta energia na residência?

    No caso do gerador reserva, como também é conhecida a versão para toda a casa, o sistema começa a operar segundos depois que a energia convencional cair. Esse modelo possui uma Chave de Transferência Automática (ATS) que monitora o fluxo da rede em tempo real, detectando a queda.

    Em seguida, a ATS coloca o motor da unidade geradora para funcionar, gerando energia a partir da queima do combustível. Como o sistema está conectado ao painel elétrico, a eletricidade produzida é distribuída por todo o imóvel com segurança ou pelos sistemas priorizados na instalação.

    Durante o funcionamento do gerador elétrico, a rede convencional fica desconectada da casa para evitar incidentes. Assim que a concessionária restabelecer o serviço, a tecnologia alterna para a rede, desligando o gerador, levando a interrupções mínimas.

    Apagões e quedas frequentes de energia

    Com o gerador para casa ativado durante a falta de energia, o usuário mantém o conforto e a segurança mesmo morando em locais com queda frequente de luz. As geladeiras seguem funcionando normalmente, evitando a perda de alimentos e medicamentos.

    As luzes também continuam acesas, o que é útil durante o período noturno. Chuveiros, aparelhos de ar-condicionado, ventiladores, aquecedores, bombas de poço, TVs, computadores, alarmes e câmeras são outros equipamentos e sistemas alimentados pela unidade geradora, permitindo trabalhar sem interrupções e proteger a residência.

    Tipos de geradores residenciais

    Depois de conferir como funciona um gerador de energia residencial, saiba agora quais são as principais versões e indicações.

    Gerador a gasolina

    Mais comum e acessível, normalmente é acionado para situações de emergência que exigem resposta rápida para lidar com a falta de luz. Assim, consegue suprir a falta de energia por períodos mais curtos.

    Essa versão geralmente é portátil, facilitando o uso e custando menos. Porém, é considerada a mais barulhenta, embora seja possível encontrar modelos com tecnologias de redução de ruídos.

    Gerador a diesel

    Entre os modelos fixos, um dos mais populares é o movido a diesel, com maior durabilidade e eficiência. Mais potente, aparece como alternativa para uso prolongado e imóveis amplos, com muitos equipamentos para alimentar.

    O gerador a diesel apresenta um nível de ruído elevado. No entanto, equipamentos modernos podem vir com cabines acústicas de proteção, diminuindo o incômodo sem comprometer o desempenho.

    Gerador a gás

    Utilizando gás liquefeito de petróleo (GLP) ou gás natural (GN), é a opção mais limpa e funciona como fonte de energia de backup ou até mesmo contínua. Projetado para suportar períodos prolongados com a rede convencional desligada, também atende comércios, hospitais e indústrias.

    Esse gerador estacionário, como também é conhecido o modelo fixo, não precisa ser reabastecido manualmente se conectado à rede de gás, mas exige cuidados específicos com o armazenamento e a condução do combustível.

    Gerador solar

    Ainda mais silenciosa e sustentável, a unidade geradora que converte a luz do Sol em eletricidade é indicada para regiões com grande incidência solar. A energia fica armazenada em baterias que podem ser acionadas a qualquer momento, permitindo ligar os equipamentos à noite e em dias chuvosos.

    O conforto e a praticidade oferecidos pelo modelo de baixo impacto ambiental têm custo elevado de investimento inicial, porém oferece economia a longo prazo.

    Gerador inverter

    A tecnologia inverter converte a eletricidade produzida em corrente contínua e depois em alternada com frequência e tensão controladas. O processo resulta em energia mais estável, adequada para equipamentos como computadores, smartphones, smart TVs, roteadores e outros aparelhos sensíveis.

    O gerador inversor destaca-se, ainda, pelo baixo nível de ruído, a economia de combustível e a possibilidade de ajustar a rotação do motor pela demanda, reduzindo o desperdício. Ele pode ser alimentado a gasolina ou a gás, em versões portáteis e fixas.

    Qual potência de gerador é necessária para minha casa?

    Um dos fatores para considerar ao comprar um gerador para casa, a potência ideal varia de acordo com o tamanho do imóvel e a quantidade de aparelhos que receberão a energia. Para a maior parte das residências, modelos com capacidade entre 5.000 W e 10.000 W são suficientes, de acordo com fabricantes.

    As opções de baixa potência (até 1.000 W) fornecem energia para pequenos eletrônicos e lâmpadas de LED, enquanto as intermediárias (até 3.000 W) alimentam mais aparelhos, incluindo TVs, geladeiras menores e outros eletrodomésticos. Para equipamentos de maior consumo, os modelos de até 5.000 W são a melhor escolha.

    Qual gerador comprar para residência grande e com eletrônicos de alta demanda energética? Neste caso, vale considerar opções entre 5.000 W e 10.000 W.

    Como calcular o consumo dos aparelhos?

    Uma medida interessante para definir a potência mais indicada para as suas necessidades é somar a potência nominal dos equipamentos que vão utilizar a energia de emergência da unidade geradora. Basta verificar a etiqueta de cada aparelho ou consultar o site do fabricante.

    Identifique o valor em watts de cada eletrônico, some a quantidade de aparelhos e adicione uma margem de segurança de 20% a 30%.

    Quanto tempo um gerador residencial pode ficar ligado?

    A autonomia do gerador para casa depende da potência, do combustível e da eficiência do motor. Em geral, os modelos a gasolina funcionam entre quatro a 12 horas com um tanque, enquanto os que usam diesel operam de oito a 20 horas, conforme o tamanho do tanque e a carga.

    Já o gerador a gás pode ultrapassar 24 horas de autonomia, funcionando ininterruptamente se conectado a um sistema de fornecimento contínuo de combustível. Mas alguns equipamentos podem precisar de um período de resfriamento mesmo quando projetados para operação prolongada.

    É seguro usar um gerador de energia em casa?

    Funcionando como fonte de energia reserva durante tempestades e quedas de energia longas, o gerador de energia residencial é seguro desde que o usuário siga as normas técnicas para instalação, operação e ventilação. Por outro lado, usos inadequados podem resultar em choques elétricos, incêndio, intoxicação e outros incidentes graves.

    A organização sem fins lucrativos Consumer Reports, especializada em testes independentes e defesa do consumidor, lista cuidados ao usar gerador elétrico:

    • Realizar a instalação elétrica adequada;
    • Instalar o gerador estacionário em área externa ventilada, protegida da chuva e afastada de janelas;
    • Posicionar o gerador a pelo menos 6 m de distância, com o escapamento direcionado para o lado oposto ao imóvel;
    • Não usar gerador portátil em ambientes fechados como garagens, galpões e estruturas similares;
    • Instalar um detector de monóxido de carbono nos cômodos para alertar sobre o acúmulo do gás incolor e inodoro;
    • Nunca ligar o gerador diretamente às tomadas domésticas, pois isso pode causar a retroalimentação da rede elétrica;
    • Realizar a manutenção periódica, verificando óleo, filtros, bateria e combustível.

    Depois de saber que vale a pena ter gerador em casa se você seguir as regras de segurança, confira como funciona o sistema solar residencial, que pode ajudar a reduzir a conta de luz.

    Com informações de Consumer Reports, Kohler, Tecnogera, Generator Source, Brags & Hayes e Pleavin Power.

  • Instagram e Facebook lançam no Brasil função que permite assistir vídeos em episódios

    Usuários do Instagram e do Facebook no Brasil já podem acompanhar conteúdos em vídeo de seus criadores favoritos por meio da função “Séries”. A novidade está sendo disponibilizada gradualmente no país a partir desta quarta-feira (4), começando por influenciadores como Rafa Tuma e Ana Chiyo.

    Projetado para facilitar o acompanhamento de conteúdos seriados nas duas redes sociais, o recurso começou a ser testado pela Meta no primeiro semestre com um grupo selecionado de criadores internacionais. O funcionamento é semelhante à experiência disponível no TikTok.

    Onde encontrar os conteúdos em episódios?

    Nova forma de descobrir e assistir aos conteúdos divididos em capítulos, a ferramenta é ideal para contar histórias reais, produzir esquetes de comédia, dramas curtos e microsséries. Ela oferece ao criador a possibilidade de lançar os vídeos episódicos de maneira organizada.

    • O formato também é uma boa opção para disponibilizar tutoriais, por exemplo, agrupando todos os passos em uma mesma série;
    • Dessa forma, o usuário consegue acompanhar o passo a passo na íntegra, sem perder nenhuma instrução, e não precisa procurar o episódio seguinte na plataforma;
    • A novidade objetiva criar hábitos de visualização mais consistentes, fidelizando o público, como explicou a empresa durante o período de testes;
    • Há rumores de que o novo recurso possa ser monetizado, futuramente, mas ainda não há detalhes sobre como isso funcionaria.

    O recurso Séries reúne todos os episódios do conteúdo na mesma página. Foto: Meta/Divulgação

    Com a estreia, os vídeos publicados no formato Séries no Instagram e no Facebook passam a ficar reunidos em uma aba específica dentro do perfil do criador. Eles aparecem em uma página própria, para que o espectador visualize-os em ordem ou continue de onde parou.

    Além disso, esses conteúdos em episódios também podem ser encontrados no feed ou pela aba Reels. Neste caso, é possível acessar a série completa a partir da postagem e salvá-la para ver mais tarde.

    Outra novidade que deverá estar disponível no Instagram, em breve, é o retorno dos vídeos longos. Confira mais detalhes sobre o recurso denominado “Features”.

    Com informações de TechCrunch.

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