Ultimamente venho insistindo em um ponto que considero fundamental: , não um laboratório isolado ou algo a ser plugado de vez em quando em um ou outro departamento. Está junto das operações, das finanças e da estratégia. Precisa ser de forma integrada e buscar ganhos frequentes. Isso cria um ambiente em que testar é natural, mas validar é obrigatório. Só continua o que funciona.
O que separa moda de impacto é simples: você consegue defender com confiança, na frente do conselho da empresa, o que a inovação entregou? Se a resposta ainda depende de esperança, de “uma hora vai”, está na hora de ajustar o rumo. Quando a inovação vira resultado de verdade, ela deixa de ser tendência temporária e se torna motor de competitividade.

