Parece que 2016 foi ontem, mas na verdade já se passaram quase 10 anos. Para muitos, a época foi uma das mais recheadas de bons jogos, principalmente se tratando em plataformas variadas, já que também podemos dizer que aquele foi o ano da chegada de títulos que marcaram o mercado de jogos mobile, como Pokémon GO e Clash Royale.
Já nos consoles e PC, a briga de melhor jogo do ano foi acirrada. Embora Overwatch tenha sido , produtora do jogo, que fez com que o projeto de um novo Titanfall fosse cancelado. Porém, a compra da EA por um consórcio formado pelo fundo saudita PIF pode ser uma luz no fim do longo túnel.
The Last Guardian
Depois de anos e anos em desenvolvimento, The Last Guardian foi lançado em 2016. O game trouxe uma história delicada sobre a relação entre um garoto e a criatura Trico, em uma jornada marcada por puzzles e animações com uma forte carga emocional. E assim como nos outros jogos do famoso diretor Fumito Ueda, ele apostou em uma narrativa silenciosa, onde gestos e comportamentos substituem diálogos tradicionais,

Uma década depois, o título permanece como uma experiência única, lembrada por sua sensibilidade artística e uma abordagem diferente, e mais humana, na interação entre jogador e personagem. Apesar de seus problemas técnicos, o game conquistou um lugar especial na memória dos jogadores, principalmente pela emoção que ele proporciona.
Pokémon GO
Pokémon GO revolucionou os jogos mobile ao integrar realidade aumentada e geolocalização, incentivando jogadores a explorarem o mundo real em busca das famosas criaturas. O game se tornou um fenômeno global, reunindo milhões de pessoas em eventos, parques e espaços públicos, e criando uma espécie de gênero que foi copiado por dezenas de empresas. Entretanto, nenhuma delas chegou perto do sucesso do game da Niantic em parceria com a The Pokémon Company.

Dez anos após seu lançamento, Pokémon GO é lembrado não apenas como um sucesso comercial, mas como um marco cultural. Ele redefiniu o potencial dos jogos mobile e mostrou como experiências digitais podem impactar diretamente o comportamento social e a forma de jogar. E uma década depois, ainda é possível conferir eventos que reúnem milhares de fãs em praças públicas mundo afora.
Final Fantasy XV
Final Fantasy XV apresentou uma nova abordagem para a tradicional franquia de RPG da Square Enix. Nele os jogadores acompanharam a jornada de Noctis e seus companheiros em um mundo vasto, explorável e repleto de atividades paralelas. E ao contrário das tradicionais batalhas por turnos, o game apostou em combates em tempo real, onde era possível criar estratégias usando diversos personagens.

A mecânica imposta na jogabilidade deu tão certo que foi utilizada em jogos posteriores, e até mesmo no remake do seu mais popular capítulo: Final Fantasy 7. Sendo assim, com o passar dos anos, o game passou a ser visto como um título ambicioso e marcante para a franquia, apesar de estar longe de ser o mais querido de todos.
Overwatch
Overwatch redefiniu os jogos de tiro em equipe ao introduzir heróis com habilidades únicas, junto a uma forte identidade visual e foco na cooperação. O game destacou-se por seu elenco diverso, partidas dinâmicas e um universo rico, apresentado principalmente por meio de curtas animados e eventos sazonais. Não à toa foi eleito o melhor jogo de 2016 pela The Game Awards e outras premiações importantes.

Dez anos depois, Overwatch é lembrado como um divisor de águas no gênero competitivo. Seu impacto influenciou inúmeros jogos posteriores, e ao mesmo tempo ajudou a popularizar o conceito de hero shooters, consolidando-se como um dos títulos mais importantes da década passada.
E na sua opinião, qual foi o jogo mais marcante de 2016? Conte para a gente nas redes sociais do Voxel!
